sexta-feira, 12 de junho de 2009

" A Pele da Cultura"



A Pele da Cultura relata como os media electrónicos são a extensão do sistema nervoso, do corpo e da Psicologia Humana, em suma é uma extensão do ser Humano.
Aborda várias questões relacionadas com as ciências da comunicação e com as novas tecnologias tendo em conta a contextualização dos media, destacando a internet e a sua ascensão.
Kerckhove descreve a televisão como um órgão que permite estudar o corpo social. Afirmando mesmo que “a caixa que mudou o mundo” é uma projecção do inconsciente emocional e por ser um meio capaz de analisar e até de controlar o corpo social, estando no entanto, também sujeito às várias mudanças que ocorrem na sociedade.
Segundo o autor a televisão é uma exteriorização da Psicol ogia do Público.
O autor dá especial relevo à televisão na medida em esta exerce uma influência directa e reactiva no ser humano.
Temos a noção de Telecracia, o poder da televisão. Actualmente Kerckhove salienta que os computadores estão prestes a engolir a televisão, assistimos a uma crise da televisão.
Podemos concluir que esta obra é muito importante para a compreensão do real impacto das tecnologias na sociedade que está em constante e rápida evolução.
“O grande problema da realidade é ser demasiada e estar sempre a mudar, sempre a modificar-se quando a tentamos agarrar".



Referencias Bibliograficas:


Kerckhove, Derrick, A pele da cultura, Relógio d´água, Março 1997

quarta-feira, 10 de junho de 2009

"Meus animais de estimação"


Sinopse:
A ideia de realizar um podcast intitulado os “ Meus animais de estimação”, deve-se ao facto de eu não querer colocar a minha imagem na net, por isso optei por colocar os meus animais de estimação falando assim um pouco dos meus gostos sem com isso me identificar.


Reflexão crítica:

Quando soube que ia fazer um podcast confesso que não fiquei muito preocupada, embora não soubesse exactamente o que era achei que não devia ser muito difícil, mal eu sabia que iria necessitar de várias tentativas para conseguir fazer o diaporama.Inicialmente tentei fazer o podcast em vídeo mas o programa da máquina não era compatível com o computador, então fiz um diaporama que não ficou como eu tinha idealizado visto que uma fotografia não transmite a beleza dos animais em termos de agilidade, sons etc.

Aspectos positivos:Possibilidade de trabalhar com diferentes softwares que mais tarde nos poderão ser úteis como futuros Educadores.

Aspectos Negativos:Foi a primeira vez que trabalhei com o programa e necessitei de várias horas para conseguir fazer o diaporama.

domingo, 24 de maio de 2009

"Uma marca de vida...."

Sinopse:

Convínhamos que ter apenas 1 minuto para me descrever é uma tarefa no mínimo impossível!
Tal facto, levou-me a realizar um vídeo onde apresento algo que me caracteriza, identifica e faz e sempre fará parte de mim…

Reflexão:

Á partida, falar sobre cada um e nós durante 1 minuto não parece uma tarefa complexa. No entanto, confesso que a realização deste podcast não foi simples!
Em primeiro lugar porque sinto uma grande dificuldade em falar de mim própria, depoi,s pelo facto de nunca ter tido contacto com softwares deste género.
O tema sobre o qual me haveria de debruçar foi uma verdadeira dor de cabeça! Falar dos outros é fácil, agora de mim….Depois de muito tempo investido na colocação de algumas hipóteses, resolvi falar de algo que me identifica, que faz parte de mim!
A gestão do tempo também dificulta um pouco a realização deste trabalho, depois de sabermos qual o tema a tratar não nos faltam palavras.
Contudo, depois de tudo terminado, avalio esta experiência como bastante enriquecedora na medida em adquiri novos conhecimentos na área da informática; também a nível pessoal me surpreendeu satisfatoriamente.

Vânia Ferreira

Coisas que eu gosto...

Sinopse

Neste pequeno diaporama mostro algumas das coisas que mais gosto, a minha paixão pelas tulipas e o gosto pela cozinha...

Reflexão:

Bem, fazer um vídeo num minuto, não tendo qualquer experiência nessa área e não tendo qualquer ideia do que fazer…tenho que admitir que foi complicado.
Apesar de todos os problemas técnicos revelou-se uma actividade muito engraçada. Decidir o tema foi complicado, mas depois de muito pensar optei por falar de algumas coisas que gosto. Posso dizer que a parte mais fácil foi mesmo a escolha da música, pois é uma das minhas favoritas. Foi uma forma bem divertida de começar a trabalhar com estas ferramentas, foi sem dúvida uma experiência que me ensinou muita coisa.

Daniela Fernandes

Degraus da vida...

Sinopse:

A vida parece tornar-se mais longa do que é na realidade, quando nos propõem fazermos um video que nos identifique em apenas um minuto, assim este pequeno video mostra as fases mais importantes da minha existência acompanhadas das minhas preferências...

Os degraus simbolizam, exactamente, a minha caminhada pela vida...apesar dos momentos únicos que ja passei, aqui fica apenas um bocadinho de mim...

Reflexão:

Este é um trabalho em que temos que dar um pouco de nós. Normalmente, quando se refere a falar, descrever o outro, é bem mais simples, no entanto, quando consiste em nos descrevemos, tudo se complica! Se somos nós quem vive a nossa própria vida, porque é tão difícil pronunciarmo-nos sobre o nosso eu? Enfim…
Inicialmente, as ideias surgiam muito turvas, mas depois de muito reflectir, “fez-se luz”! Optei por colocar os objectos que podiam representar os diferentes “degraus” da minha vida, acompanhada pelas fotografias próprias dessa fase. É claro que devido à limitação de tempo do vídeo, constam apenas algumas etapas da minha existência, contudo, penso que as mais importantes, a minha entrada no mundo e o meu presente.
Ao produzir este vídeo, a falta de meios e materiais não conseguiram acompanhar as minhas invenções. As ideias iam brotando, mas vi-me limitada em as conseguir concretizar.
Mas o que importa salientar, foi a experiência de uma tentativa de expor o meu “eu” ao mundo!

Susana Ribeiro =)

Eu sou... Como sou!

Sinopse:
Neste pequeno diaporama optei, não por falar sobre mim, mas sim, sobre aquilo que realmente é importante na minha vida, e que de certa forma me caracteriza, a minha família e os minhas amigas, duas "reliquias" das quais eu não prescindo.
Afinal que seria eu sem elas?

Reflexão:

Não foi fácil criar um podcast!
Primeiro, porque eu e as novas tecnologias não somos propriamente “amigas”, sei o necessário e pouco mais. Depois defrontei-me com a sua realização em apenas um minuto, o que fazer num minuto, “tanto a dizer e pouco a fazer”. As ideias eram escassas, até que decidi por fazer sobre aquilo que é realmente importante para mim e que me preenche.
Foi um desafio realizar esta tarefa, mas enriquecedora na medida em que tive que lidar e trabalhar com novas ferramentas.

Elsa Sousa

domingo, 3 de maio de 2009

Ambientes virtuais: The Sims vs Carmageddon

Ambiente virtual é compreendido como uma simulação da realidade através da tecnologia, recriando ao máximo essa sensação no indivíduo. Surgem como exemplos dessa virtualidade ambiental, os denominados softwares sociais como o Hi5, myspace e os jogos como o Second life, The Sims ou Carmageddon.
É sobre estes dois últimos que nos debruçaremos. The Sims é um jogo onde é possível criar e controlar a vida de pessoas virtuais, ou seja, os Sims. Estes “humano-virtuais” necessitam tratar da sua higiene pessoal, de dormir e até mesmo de se alimentarem. Caso estes cuidados sejam negados, estas personagens tornam-se mal- humoradas e podem chegar mesmo a adoecer e até morrer! A sua vida não passa só pelo cuidado com saúde. Ler, fazer desporto, estudar, trabalhar, manter uma vida social completam a sua existência. Pode-se considerar um jogo vitalício, na medida em que se pode jogar para sempre, que os Sims, tal como na vida humana seguem o ciclo da vida, nascem e morrem.
Outro jogo que oferece ao jogador uma segunda realidade é o Carmageddon. Trata-se de um jogo de corrida, onde os objectivos são bater nos seus adversários, incendiar pessoas, atropelar pedestres e animais e bater contra edifícios ou objectos espalhados pelas ruas. Ou seja, quão mais violência houver mais pontos se adquire.
Temos aqui dois extremos, um jogo com caracter positivo (The Sims) no sentido em que nos pode ajudar a aprender a lidar e a experimentar as diferentes situações do nosso quotidiano, como adoptar uma criança ou ter um animal de estimação. Em contrapartida, o Carmageddon é um jogo totalmente anti-educacional, que nada nos pode ensinar.
Assim, é fundamental que saibamos lidar com a virtualidade e apercebemo-nos que esta vida é que é a real e que nem tudo o que jogamos é aplicável na realidade!

Por isso, cabe-te a ti seres um ser virtual, mas sobretudo não te deixares influenciar!
Referências Bibliograficas:

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Software livre?





Foi no início dos anos 80, que Richard M. Stallman formalizou o Software Livre. Era dada aos utilizadores a liberdade: de executar este software para qualquer uso, estudar o funcionamento de um programa e de adaptá-lo às suas necessidades, redistribuir cópias e melhorar o programa e de tornar as modificações públicas de modo que a comunidade inteira beneficie da melhoria. Só o software que siga estes quatro princípios é designado de "Software Livre" (ou Free Software).
A maneira usual de distribuição de software livre é anexar a este uma licença de software livre.

Para suportar esta ideia e fazer com que tudo isto se realize, Richard M. Stallman criou a "Free Software Foundation" em 1984 e lançou o projecto GNU. A licença do projecto GNU, (Licença Pública Geral), ou GPL não somente concede as quatro liberdades descritas acima, mas também as protege. Graças a essa protecção, a GPL é, hoje em dia, a licença mais utilizada para o Software Livre.
O “Open Source" surgiu em 1998 e teve como autor principal Bruce Perens. Tem por objectivo ser um programa de marketing do Software Livre.
Como exemplo destes Softwares Livres podemos referir as plataformas de aprendizagem (muito utilizadas actualmente): o Moodle, Blackboard, entre outras…


Referencias Bibliograficas:


Contexto institucional da UM


A universidade do Minho, desde cedo se conectou com as novas tecnologias. É uma forma de transmissão de dados, sendo possível o seu acesso em qualquer lugar e hora, por parte de professores, funcionários e alunos.
Neste sentido, as principais iniciativas do contexto institucional da Universidade do Minho são: o Campus Virtual, o RepositoriUM, os laboratórios virtuais e o repositório de e-conteúdos.
O SDUM (serviços de documentação da Universidade do Minho) faculta o acesso a recursos bibliográficos e informativos essenciais ao funcionamento da investigação, do ensino, da educação permanente e da extensão cultural. Desta forma, estão disponíveis através da Web, o catálogo bibliográfico e outros recursos informativos, que garantem a gestão das bibliotecas dos Campus de Gualtar e Azurém.
Os materiais pedagógicos são assim armazenados e disponibilizados no RepositoriUM - o repositório institucional da Universidade do Minho. Os repositórios institucionais são sistemas de informação que armazenam, preservam, divulgam e dão acesso à produção intelectual de comunidades universitárias. Ao fazê-lo intervêm em duas questões estratégicas: contribuir para o aumento da visibilidade e “valor” público das instituições; contribuir para a reforma do sistema de comunicação científica.
O Campus Virtual é uma iniciativa integrada, que envolve serviços, conteúdos, aplicações e redes de comunicações móveis para estudantes e professores do Ensino Superior, com o principal objectivo de incentivar e facilitar a produção, o acesso e a partilha de conhecimentos académicos.
Quanto aos laboratórios virtuais, sabemos que estes permitem aos alunos ligados a determinadas áreas da UM a possibilidade de "desenvolverem experiências on-line preparando-se depois para a realidade dos laboratórios", através da introdução de weblabs em unidades curriculares.
Todos permitem complementar o processo de ensino-aprendizagem desenvolvido em sala de aula, possibilitando o acesso em qualquer lugar e a qualquer hora, através de um simples login!


Referências Bibliográficas:




Blogosfera: As suas potencialidades



Compreende-se por blogosfera toda a comunidade e conteúdos que constituem os blogues. Muitos destes estão interconectados entre si, podemos aceder a eles livremente e criar hiperligações com os mesmos.
Os blogues são ferramentas simples e de fácil compreensão, o que permite a comunicação e a publicação de temas que podem suscitar o debate e o confronto virtual de diferentes perspectivas.
Um blogue pode ter vários objectivos. O seu uso pode contribuir para o desenvolvimento de algumas habilidades tais como a escrita, a abertura ao comentário e ao poder de argumentação, desenvolvendo, assim, o espírito crítico.
Este tipo de instrumento virtual é uma mais valia, pois permite que os seus autores se expressem, publiquem aquilo que querem ver publicado e que provavelmente não se encaixaria em outro meio de comunicação.
Além de servir como meio de comunicação entre pessoas com interesses comuns, pode também utilizar-se como e-portefólio digital.
A utilização de blogues no ensino é uma forma de cativar a atenção do aluno, uma vez que não necessita de uma comunicação presencial entre docente e discente, ao mesmo tempo que favorece a comunicação/interacção entre ambos. É um repositório onde o professor põe à disposição do aluno conteúdos de variadas tipologias que este pode aceder em qualquer tempo ou espaço.
Em suma, a utilização do blogue na Educação ajuda os alunos a desenvolverem competências de relações inter-pessoais, compararem conceitos com as suas próprias experiências anteriores e com as ideias dos colegas.
É um espaço onde podemos debater, comentar, discutir, criar, publicar, partilhar ficheiros e comunicar.

Por isso, deixa-te navegar pelo o universo dos blogues!
Referências Bibliograficas:




segunda-feira, 20 de abril de 2009

Linha temporal...EPIC 2014


A tecnologia domina ou é dominada?


As novas tecnologias e a sua rápida emergência permitem relacionar os vídeos Saramago e a Janela da Alma, The Machine is us e EPIC 2014. Saramago defende que a evolução das tecnologias tem ocorrido de forma algo absurda na medida em que se desenvolvem muito rapidamente e fora do controlo dos cidadãos. Não ignora os benefícios que as “máquinas” trazem ao ser humano; apenas reforça a ideia de que “o que é novo não é necessariamente bom”. Na nossa perspectiva, a sua opinião faz sentido pois, actualmente, o Homem é sempre substituído pela máquina como se lhe fosse inferior. Esquecemo-nos que os utilizadores destas ferramentas tecnológicas somos nós, ou seja, o ser humano é condição necessária para a utilidade das mesmas. É nesta temática que assenta o filme “The Machine is us”, onde é apresentada a ampla dimensão das tecnologias e a mudança feroz com que se operam mudanças de conceitos e definições pré-existentes. O hipertexto ganha relevância ao ser a base das transformações, modificações e adaptações do/ao mundo virtual. Estas mudanças e transformações que constantemente se operam estão retratadas no vídeo EPIC 2014. Neste, está bem patente a evolução dos meios de comunicação e a sua relação com a imprensa escrita. Qualquer tecnologia surge, aparentemente, para benefício do ser humano mas, ela muda o Mundo! Para o melhor e para o pior… A máquina domina-nos muitas vezes mas esquecemos que somos nós próprios a ensiná-la a dominar-nos; ou a permitir-lhe que nos domine…

A construção do blogue...

Olá...
Na Unidade Curricular de TCE II, foi-nos proposto a criação de um blog, sendo que este funcionaria como portefólio digital, onde divulgaremos todos os trabalhos realizados ao longo do segundo semestre.
Como tínhamos um escasso conhecimento acerca da criação de blogues resolvemos optar, inicialmente, por uma pesquisa dos já existentes. Posteriormente, acedemos ao site do blogger, e com as indicações foi-nos fácil a construção do blogue. O mais complicado foi a escolha do nome, depois de muito ponderarmos surgiu a designação "Aprendendo a Educar". Esta denominação vem no sentido da nossa licenciatura, uma vez que, é nosso objectivo aprender para, futuramente, orientarmos os nossos educandos.
No que diz respeito ao aspecto estético tivemos algumas dificuldades em optar pelo esquema e cores, mas rapidamente chegamos a consenso. A opção do preto como cor de fundo surgiu-nos como forma de dar uma certa seriedade ao blogue, sendo que a harmonia dos tons rosados nos permite mostrar a vivacidade da Educação!
Esperemos que o nosso blogue ajude na divulgação e compreensão do valor da Educação!